segunda-feira, 3 de junho de 2019
quarta-feira, 20 de março de 2019
🙏❤🌺 PAI NOSSO 🙏❤🌹
Nosso Pai, que estás em toda parte;
Santificado seja o teu nome, no louvor de todas as criaturas;
Venha a nós o teu reino de amor e sabedoria;
Seja feita a tua vontade, acima dos nossos desejos;
Tanto na terra, quanto nos círculos espirituais;
O pão nosso do corpo da mente dá-nos hoje;
Perdoa as nossas dívidas, ensinando-nos a perdoar nossos devedores com esquecimento de todo mal;
Não permitas que venhamos a cair sob os golpes da tentação de nossa própria inferioridade;
Livrai-nos do mal que ainda reside em nós mesmos;
Porque só em ti brilha a luz eterna do reino e do poder, da glória e da paz, da justiça e do amor para sempre!
Assim seja!
Santificado seja o teu nome, no louvor de todas as criaturas;
Venha a nós o teu reino de amor e sabedoria;
Seja feita a tua vontade, acima dos nossos desejos;
Tanto na terra, quanto nos círculos espirituais;
O pão nosso do corpo da mente dá-nos hoje;
Perdoa as nossas dívidas, ensinando-nos a perdoar nossos devedores com esquecimento de todo mal;
Não permitas que venhamos a cair sob os golpes da tentação de nossa própria inferioridade;
Livrai-nos do mal que ainda reside em nós mesmos;
Porque só em ti brilha a luz eterna do reino e do poder, da glória e da paz, da justiça e do amor para sempre!
Assim seja!
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
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05:19 (Há 2 horas)
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NATUREZA BÚDICA A Verdadeira Natureza de Mente pelo Sakya Geshe Tashi Namgyal
Todos os seres sensíveis têm Natureza Búddhica. Em Tibetano Natureza Búddhica se traduz como a mente que fica naturalmente, ou a verdadeira natureza de mente. O fato de que todos os seres têm Natureza Búddhica refuta a visão errada de que o conseguir da Buddheidade não é possível para seres ordinários.
Considerando que todos os seres estão igualmente dotados com Natureza de Buddha, está errado ter desprezo pelos outros. Todos os seres, sejam grandes ou pequenos, tão grande quanto um elefante ou tão pequeno quanto uma formiga, seja um rei ou um mendigo, inteligente ou estúpido, santo ou pecador - Todos os seres, igualmente, têm Natureza de Buddha, a Causa da Iluminação.
http://www.sistemas.febnet.org.br/gerenciador/pdfRepository/2009-11-20-55.f7007667bd6b8a08d87d58ce6db064fd.pdf
Revista Espírita Jornal de Estudos Psicológicos
ANO V DEZEMBRO DE 1862 No 12
Estudos sobre os Possessos de Morzine
CAUSAS DA OBSESSÃO E MEIOS DE COMBATÊ-LA
Revista Espírita Jornal de Estudos Psicológicos
ANO V DEZEMBRO DE 1862 No 12
Estudos sobre os Possessos de Morzine
CAUSAS DA OBSESSÃO E MEIOS DE COMBATÊ-LA
As observações que fizemos sobre a epidemia que se
abateu e ainda investe sobre a comuna de Morzine, na Alta Sabóia,
não nos deixam dúvidas quanto à sua causa. Mas, para apoiar nossa
opinião, devemos entrar em algumas explicações preliminares, que
melhor ressaltarão a analogia desse mal com casos semelhantes,
cuja origem não poderia ensejar dúvida a quem esteja familiarizado
com os fenômenos espíritas e reconheça a ação do mundo invisível
sobre a Humanidade. Para tanto se faz necessário remontar à
própria fonte do fenômeno e seguir-lhe a gradação, desde os casos
mais simples, explicando, ao mesmo tempo, a maneira pela qual se
processa. Daí deduziremos muito melhor os meios de combater o
mal. Embora já tenhamos tratado do assunto em O Livro dos
Médiuns, no capítulo da obsessão, e em vários artigos desta Revista,
acrescentaremos algumas considerações novas, que tornarão a
coisa mais fácil de compreender.
O primeiro ponto que importa nos compenetremos, é
da natureza dos Espíritos, do ponto de vista moral. Não sendo os Espíritos senão as almas dos homens, e não sendo bons todos os
homens, não é racional admitir-se que o Espírito de um homem
perverso se transforme subitamente; caso contrário não haveria
necessidade de castigo na vida futura. A experiência vem confirmar
a teoria ou, melhor dizendo, esta teoria é fruto da experiência. De
fato, as relações com o mundo invisível nos mostram, ao lado de
Espíritos sublimes em sabedoria e conhecimento, outros ignóbeis,
ainda com todos os vícios e paixões da Humanidade. Depois da
morte, a alma de um homem de bem será um Espírito bom. Do
mesmo modo, encarnando-se, um Espírito bom será um homem
de bem. Pela mesma razão, ao morrer, um homem perverso dará
um Espírito perverso ao mundo invisível; e um Espírito mau, ao se
encarnar, não pode transformar-se num homem virtuoso, pelo
menos enquanto o Espírito não se houver depurado ou
experimentado o desejo de melhorar-se. Porque, uma vez entrado
na via do progresso, pouco a pouco se despoja de seus maus
instintos; eleva-se gradualmente na hierarquia dos Espíritos, até
atingir a perfeição, acessível a todos, porquanto não pode Deus ter
criado seres eternamente votados ao mal e à infelicidade. Assim, os
mundos visível e invisível se interpenetram e se alternam
incessantemente, se assim nos podemos exprimir, e se alimentam
mutuamente; ou, melhor dizendo, na realidade esses dois mundos
não constituem senão um só, em dois estados diferentes. Esta
consideração é muito importante para melhor compreender-se a
solidariedade que existe entre eles.
Sendo a Terra um mundo inferior, isto é, pouco
adiantado, resulta que a maioria dos Espíritos que o povoam, quer
no estado errante, quer como encarnados, deve compor-se de
Espíritos imperfeitos, que fazem mais mal que bem. Daí a
predominância do mal na Terra. Ora, sendo a Terra, ao mesmo
tempo, um mundo de expiação, é o contato do mal que torna
infelizes os homens, pois se todos os homens fossem bons, todos
seriam felizes. É um estado a que ainda não alcançou nosso globo,
e é para tal estado que Deus quer conduzi-lo. Todas as tribulações que os homens de bem aqui experimentam, tanto da parte dos
homens, quanto da dos Espíritos, são conseqüências deste estado
de inferioridade. Poder-se-ia dizer que a Terra é a Botany-Bay dos
mundos: aí se encontram a selvageria primitiva e a civilização, a
criminalidade e a expiação.
É preciso, pois, apresentar-se o mundo invisível como
formando uma população inumerável, compacta, por assim dizer,
que envolve a Terra e se agita no espaço. É uma espécie de
atmosfera moral, da qual os Espíritos encarnados ocupam a parte
inferior, onde se agitam como num vaso. Ora, do mesmo modo
que o ar das partes baixas é pesado e insalubre, esse ar moral é
também prejudicial, porque corrompido pelos miasmas dos
Espíritos impuros. Para resistir a isso são necessários temperamentos morais dotados de grande vigor.
Digamos, entre parênteses, que tal estado de coisas é
inerente aos mundos inferiores. Mas estes seguem a lei do
progresso e, quando atingirem a idade requerida, Deus os purifica,
deles expulsando os Espíritos imperfeitos, que aí não mais se
reencarnam e são substituídos por outros mais adiantados, que
farão reinar a felicidade, a justiça e a paz. No momento se prepara
uma revolução desse gênero.
Examinemos, agora, o modo recíproco de ação dos
Espíritos encarnados e desencarnados.
Sabemos que os Espíritos são revestidos de um
envoltório vaporoso, formando para eles um verdadeiro corpo
fluídico, ao qual damos o nome de perispírito, e cujos elementos são
colhidos do fluido universal ou cósmico, princípio de todas as
coisas. Quando o Espírito se une a um corpo, aí vive com seu
perispírito, que serve de ligação entre o Espírito propriamente dito
e a matéria corporal; é o intermediário das sensações percebidas
pelo Espírito. Mas o perispírito não está confinado no corpo, como numa caixa; por sua natureza fluídica, ele irradia para o exterior e
forma em torno do corpo uma espécie de atmosfera, como o vapor
que dele se desprende. Mas o vapor liberado de um corpo
enfermiço é igualmente insalubre, acre e nauseabundo, o que
infecta o ar dos lugares onde se reúnem muitas pessoas doentes.
Assim como esse vapor é impregnado das qualidades do corpo, o
perispírito é impregnado de qualidades, isto é, do pensamento do
Espírito, e irradia tais qualidades em torno do corpo.
Aqui um outro parêntese para responder imediatamente
a uma objeção oposta por alguns à teoria dada pelo Espiritismo do
estado da alma. Acusam-no de materializar a alma, ao passo que,
conforme a religião, a alma é puramente imaterial. Como a maior
parte das outras, esta objeção provém de um estudo incompleto e
superficial. O Espiritismo jamais definiu a natureza da alma, que
escapa às nossas investigações; não diz que o perispírito constitui a
alma: a palavra perispírito diz positivamente o contrário, pois
especifica um envoltório em torno do Espírito. Que diz a respeito
O Livro dos Espíritos? “Há no homem três coisas: a alma, ou
Espírito, princípio inteligente; o corpo, envoltório material; o
perispírito, envoltório fluídico semimaterial, servindo de laço entre
o Espírito e o corpo.”57 Do fato de a alma conservar, com a
morte do corpo, o seu envoltório fluídico, não significa que tal
envoltório e a alma sejam uma só e mesma coisa, do mesmo modo
que o corpo não se confunde com a roupa nem a alma com o
corpo. A Doutrina Espírita nada tira à imaterialidade da alma,
apenas lhe dá dois invólucros, em vez de um, na vida corpórea, e
só um depois da morte do corpo, o que é, não uma hipótese, mas
o resultado da observação; é com o auxílio desse envoltório que
melhor se compreende a sua individualidade e melhor se explica a
sua ação sobre a matéria.
Voltemos ao nosso assunto.
57 N. do T.: Vide comentário de Allan Kardec à questão 135 “a” de
O Livro dos Espíritos.
Por sua natureza fluídica, essencialmente móvel e
elástica, se assim nos podemos exprimir, como agente direto do
Espírito, o perispírito é posto em ação e projeta raios pela vontade
do Espírito. Por esses raios ele serve à transmissão do pensamento,
porque, de certa forma, está animado pelo pensamento do Espírito.
Sendo o perispírito o laço que une o Espírito ao corpo, é por seu
intermédio que o Espírito transmite aos órgãos, não a vida
vegetativa, mas os movimentos que exprimem a sua vontade; é,
também, por seu intermédio que as sensações do corpo são
transmitidas ao Espírito. Destruído o corpo sólido pela morte, o
Espírito não age mais e não percebe senão pelo seu corpo fluídico,
ou perispírito, razão por que age mais facilmente e percebe melhor,
já que o corpo é um entrave. Tudo isto é ainda resultado da
observação.
Suponhamos agora duas pessoas próximas, cada qual
envolvida – que nos permitam o neologismo – por sua atmosfera
perispiritual. Esses dois fluidos põem-se em contato e se
interpenetram; se forem de natureza antipática, repelem-se e os
dois indivíduos sentirão uma espécie de mal-estar ao se
aproximarem um do outro, sem disso se darem conta; se, ao
contrário, forem movidos por sentimentos de benevolência, terão
um pensamento benevolente, que atrai. Tal a causa pela qual duas
pessoas se compreendem e se adivinham sem se falarem. Um certo
não sei quê por vezes nos diz que a pessoa com a qual nos
defrontamos deve ser animada por tal ou qual sentimento. Ora,
esse não sei quê é a expansão do fluido perispiritual da pessoa em
contato com o nosso, espécie de fio elétrico condutor do
pensamento. Desde logo se compreende que os Espíritos, cujo
envoltório fluídico é muito mais livre do que no estado de
encarnação, já não necessitam de sons articulados para se
entenderem.
O fluido perispiritual do encarnado é, pois, acionado
pelo Espírito. Se, por sua vontade, o Espírito, por assim dizer, dardeja raios sobre outro indivíduo, os raios o penetram. Daí a ação
magnética mais ou menos poderosa, conforme a vontade; mais ou
menos benfazeja, conforme sejam os raios de natureza melhor ou
pior, mais ou menos vivificante. Porque podem, por sua ação,
penetrar os órgãos e, em certos casos, restabelecer o estado normal.
Sabe-se da importância das qualidades morais do magnetizador.
Aquilo que pode fazer o Espírito encarnado,
dardejando seu próprio fluido sobre uma pessoa, um Espírito
desencarnado também o pode, visto ter o mesmo fluido, ou seja,
pode magnetizar. Conforme seja bom ou mau o fluido, sua ação
será benéfica ou prejudicial.
Assim, facilmente nos damos conta da natureza das
impressões que recebemos, de acordo com o meio onde nos
encontramos. Se uma assembléia for composta de pessoas
animadas de maus sentimentos, o ar ambiente será saturado com o
fluido impregnado de seus sentimentos. Daí, para as almas boas,
um mal-estar moral análogo ao mal-estar físico causado pelas
emanações mefíticas: a alma fica asfixiada. Se, ao contrário, as
pessoas tiverem intenções puras, encontramo-nos em sua
atmosfera como se estivéssemos num ar vivificante e salubre.
Naturalmente o efeito será o mesmo num ambiente repleto de
Espíritos, conforme sejam bons ou maus.
domingo, 4 de novembro de 2018
Flagrantes da Vida Real
O C... conta que o irmão dele servia o exército qdo estourou a revolução
de 64. Por uma fatalidade, logo no início, e sem que ninguém estivesse
entendo muita coisa, o irmão dele foi destacado para sentinela com uma
senha imposta a todo ser humano que pretendesse entrar no batalhão.
Altas horas da noite, aparece um jipe cheio de militares com divisas
revelando serem de alto escalão. O nosso sentinela pediu a senha...
ninguém conhecia a tal senha e um general que seguia á frente
mandou tocar. O sentinela fez o que mandaram: abriu fogo. E tinha que
acertar precisamente o general. Armou o alvoroço, correram com o
general para o hospital e com o sentinela pra cadeia. A sorte do nosso
sentinela, "cujo nome agora me some", é que a bala atingiu o ombro e
nenhum órgão vital. O general convalescia no hospital e o sentinela
amargava a sua desdita na prisão. Mas, o Deus protetor dos sentinelas
lhe enviou um recurso. Servia com ele um jovem talentoso e já famoso em
todo o Brasil como uma vozes mais promissoras da nossa música romântica:
Altemar Dutra. Os colegas do desventurado sentinela foram até o nosso
canoro recruta... Pediram a ele, que era a estrela que abrilhantava os
bailes dos oficiais e tinha cartaz com o alto comando, para interceder
pelo colega em má situação. Altemar assentiu e foi visitar o general no
hospital. Falou com ele que o rapaz não tinha culpa, apenas cumpria
ordens ... O general sensibilizou com o caso e mandou soltar o preso. O
comando do Batalhão expediu um certificado militar entregou ao liberto e
o mandou embora.
quarta-feira, 13 de junho de 2018
ENCONTRO COM O SELF
Joanna
de Ângelis
Jung definiu
o Self como a representação do objetivo do homem
inteiro, a saber, a realização de sua totalidade e de sua individualidade,
com ou contra sua vontade.
inteiro, a saber, a realização de sua totalidade e de sua individualidade,
com ou contra sua vontade.
A dinâmica desse processo é o
instinto, que vigia para que tudo o que pertence a uma vida individual figure
ali, exatamente, com ou sem a concordância do sujeito, quer tenha consciência
do que acontece, quer não. Capitaneado pelo instinto, o experimenta a sua
injunção, vivenciando um processo de transformação contínuo e sublimante no
rumo da individuação. Muitas vezes, experimentando a própria sombra, tem como
finalidade precípua auxiliar o ego na sua integração plena durante a vigência
do eixo que os vincula e os influencia reciprocamente.
Apesar da sombra ser geradora
de muitos conflitos, deve-se considerar que em muitas situações ela responde
por vários fatores que produzem alegria, relacionamentos felizes, motivações
para se viver, apresentando uma outra face oposta à sua constituição primitiva
como arquétipo.
Na integração da anima com o animus, a fim de ser conseguida a harmonia, a sombra contribui com uma boa parcela de entendimento das suas finalidades, facultando a vivência de ambos sem perturbação da persona. Sendo ela o resultado da repressão de muitos sentimentos que não puderam ser vivenciados, emerge do inconsciente e expressa-se muitas vezes de maneira afligente.
Na integração da anima com o animus, a fim de ser conseguida a harmonia, a sombra contribui com uma boa parcela de entendimento das suas finalidades, facultando a vivência de ambos sem perturbação da persona. Sendo ela o resultado da repressão de muitos sentimentos que não puderam ser vivenciados, emerge do inconsciente e expressa-se muitas vezes de maneira afligente.
Todos creem, por exemplo, que a
função do médico é sempre a de curar, para a qual deve estar sempre preparado,
às ordens. Nada obstante, existem outros fatores que o levam a mudanças dessa
estrutura da persona, assumindo também o comportamento de esposo e pai, de
cidadão e idealista com direito a outras atividades, significando essa
alteração a presença da sombra que lhe emerge do inconsciente pessoal onde
estão arquivadas, desde antes da concepção, as heranças do inconsciente
coletivo.
Numa análise contemporânea, à luz dos ensinamentos espíritas, esses arquivos do inconsciente coletivo são o resultado de vivências que o Espírito realizou em reencarnações transatas através dos tempos, conduzindo essas heranças impressas no seu perispírito (na consciência, enquanto as vivenciando no seu período próprio). Em razão disso, não seja de estranhar que se tornem rejeições da consciência, que as mantém estáticas e uniformes, aguardando o momento para poderem expressar se.
Numa análise contemporânea, à luz dos ensinamentos espíritas, esses arquivos do inconsciente coletivo são o resultado de vivências que o Espírito realizou em reencarnações transatas através dos tempos, conduzindo essas heranças impressas no seu perispírito (na consciência, enquanto as vivenciando no seu período próprio). Em razão disso, não seja de estranhar que se tornem rejeições da consciência, que as mantém estáticas e uniformes, aguardando o momento para poderem expressar se.
Desse modo, é certo que o
indivíduo nasce com todas essas informações adormecidas, que vão ressumando
através dos tempos, e tornando-se conscientes pelo Self. A imagem apresentada
por Jung a respeito do inconsciente é bem fundamentada, porquanto ele o
imaginava como um iceberg, cuja parte visível são apenas 5 % do seu volume
(consciência), estando os 95 % da sua massa submersos (o inconsciente).
Assim se encontra a consciência no ser humano. Faz recordar também o
mesmo conceito de Freud, quando o comparou a um oceano, e a consciência a
uma casca de noz sobre ele.
Em realidade, os arquivos de
todas as experiências pretéritas vivenciadas ao longo das sucessivas
existências corporais é imenso, presentes no inconsciente e que vão sendo
revividas pela consciência, nos momentos dos grandes transes de sofrimento, nos
estados alterados (de consciência), durante os estágios oníricos, quando são
liberados automaticamente, permitindo que o Espírito volte a vivê-los. Em
razão, portanto, desse imenso arsenal que se encontra no inconsciente e que
pode flutuar na consciência, muitos conflitos e complexos da personalidade
tomam corpo, conduzindo as pessoas a transtornos de variada denominação.
Quantos pacientes que se
apresentam resignados na miséria, confiantes na escassez, nobres e honestos nas
situações mais lamentáveis da existência socioeconômica em que se encontram!
Em tal situação prosseguem exercendo os caracteres morais de existência anterior, quando se encontravam em posição relevante, no poder, no conforto, na dignidade, e hoje experimentam o oposto, contribuindo em favor do Self harmônico, com o ego nele integrado, formando a unidade.
Em tal situação prosseguem exercendo os caracteres morais de existência anterior, quando se encontravam em posição relevante, no poder, no conforto, na dignidade, e hoje experimentam o oposto, contribuindo em favor do Self harmônico, com o ego nele integrado, formando a unidade.
De igual maneira, existem
aqueles que se apresentam soberbos e malcriados na pobreza, agressivos e
raivosos, ostentando recursos que realmente não possuem, revivendo situações
anteriores que não puderam ser dignamente cumpridas, e voltaram ao proscênio
terrestre em provas e expiações rigorosas. Tal ocorre a fim de poderem
valorizar as oportunidades existenciais, especialmente os desafios ou provações
da riqueza, do poder, da beleza, das situações invejáveis que invariavelmente
são transformadas em sítios de escravidão para os quais o retorna quando sob o
açodar das recordações inconscientes.
Os muitos complexos de inferioridade ou de superioridade em que expressivo número de pessoas estorcega, não conseguindo disfarçar as mágoas da situação em que se encontram, projetando o que se demora no inconsciente, na difícil condição em que transitam no mundo, têm a sua origem nas condutas mantidas em existências anteriores que não souberam utilizar ou aplicaram de maneira ignominiosa.
Essas pessoas – portadoras do complexo de inferioridade – são rudes, ingratas, exigentes, comprazendo-se em humilhar os servos e auxiliares, mantendo-se dominadoras e inacessíveis… De maneira idêntica, outras
— portadoras do complexo de superioridade — nem sequer se permitem a convivência saudável no círculo familiar e social em que estagiam, não ocultando o conflito que as amargura… Essas heranças marcantes das experiências passadas são muito mais comuns do que podem parecer, consumindo as suas vítimas, aquelas que os conservam.
Os muitos complexos de inferioridade ou de superioridade em que expressivo número de pessoas estorcega, não conseguindo disfarçar as mágoas da situação em que se encontram, projetando o que se demora no inconsciente, na difícil condição em que transitam no mundo, têm a sua origem nas condutas mantidas em existências anteriores que não souberam utilizar ou aplicaram de maneira ignominiosa.
Essas pessoas – portadoras do complexo de inferioridade – são rudes, ingratas, exigentes, comprazendo-se em humilhar os servos e auxiliares, mantendo-se dominadoras e inacessíveis… De maneira idêntica, outras
— portadoras do complexo de superioridade — nem sequer se permitem a convivência saudável no círculo familiar e social em que estagiam, não ocultando o conflito que as amargura… Essas heranças marcantes das experiências passadas são muito mais comuns do que podem parecer, consumindo as suas vítimas, aquelas que os conservam.
Cabe ao Self diluir essas
construções vigorosas impressas na persona pelo inconsciente pessoal desde
quando a psique passou a animar a matéria na concepção fetal. A adoção de
condutas saudáveis com disciplina da sombra, que se apresenta como o
instrumento de execução dessas frustrações do processo evolutivo, torna-se
inevitável e de imediata aplicação. Mediante a reflexão é possível ao Self a
constatação do que é e de como se conduz, esforçando-se por alterar as emissões
mentais para outras condutas mais equilibradas, dentro dos padrões da saúde que
proporciona relacionamentos edificantes e compensadores.
Mantendo a postura referente às
imagens reprimidas no inconsciente, esses pacientes não têm noção do quanto
devem à vida, tornando-se ingratos e reacionários, quando, ocorrendo uma
mudança de atitude adquirida por intermédio da autoanálise que faculta a
identificação das mazelas, poderá começar por bendizer a vida, por ascender na
escala dos valores, por vencer a empáfia, passando a agradecer a oportunidade
de crescimento real para a felicidade. Será mediante esse esforço que o ego se
integrará no Self, sem que desapareçam os seus valores de alta significação.
Conquista da individuação e da gratidão.
A individuação é a conquista
mais expressiva do processo evolutivo do ser humano. Aparentemente se resume na
vitória do Self em relação à sombra e ao ego, assim como à superação dos
arquétipos responsáveis pelos transtornos emocionais e enfermidades de outra natureza
que facultam ao ser humano a perfeita compreensão da vida e
das suas finalidades. E o momento quando a consciência toma conhecimento dos
conteúdos inconscientes e prossegue realizando a sua superação, que consiste na
integração dos arquétipos, a fim de que sejam evitados os conflitos habituais,
ou surjam novos. Pode parecer difícil de acontecer, por exigir o grande esforço
de depuração da personalidade, elegendo-se os valores mais nobres do Espírito.
Em uma análise mais simplista,
pode-se asseverar que a individuação é algo semelhante à auto iluminação dos
místicos ou à conquista do Reino dos Céus proposta por Jesus, quando o
indivíduo se liberta das exigências imediatistas do ego para se transformar em
um oceano de amor e de tranquilidade, passando a vivenciar experiências
emocionais superiores, sem tormentos nem ansiedades.
Os instintos permanecem como parte integrante do conjunto fisiológico, expressando-se nas necessidades primárias automaticamente
sem os impulsos da violência ou os ditames das paixões asselvajadas. Em diluindo-se a sombra, ocorre a harmonia do eixo egol Self, ao tempo em que outros arquétipos como a anima e o animus, a persona, proporcionam equilíbrio psicológico, qual ocorre em Jesus, que é o modelo da verdadeira individuação.
Os instintos permanecem como parte integrante do conjunto fisiológico, expressando-se nas necessidades primárias automaticamente
sem os impulsos da violência ou os ditames das paixões asselvajadas. Em diluindo-se a sombra, ocorre a harmonia do eixo egol Self, ao tempo em que outros arquétipos como a anima e o animus, a persona, proporcionam equilíbrio psicológico, qual ocorre em Jesus, que é o modelo da verdadeira individuação.
É toda uma viagem realizada
pelo self integrado, fulcro energético e central da personalidade. Sendo o Self
o desenhador de toda a trajetória da existência humana, desde o período
infantil, que se manifesta nos períodos oníricos, nos quais se apresenta através
de símbolos arquetípicos, é natural que haja uma grande ansiedade no paciente
que deseja a integração no Self, a autoconsciência, podendo orientar os
arquétipos perturbadores que antes geravam os conflitos e os transtornos de
comportamento por falta de conhecimento da sua realidade.
Todos podem alcançar esse momento culminante da evolução psíquica mediante o esforço que realizem para interpretar os símbolos e as angústias que lhe precedem à ocorrência. Santa Tereza d’Ávila alcançou-o mediante os momentosos êxtases que a conduziram ao estado de plenitude, de iluminação interior, assim como São Francisco de Assis, ou Michelangelo ao terminar de esculpir a estátua de Moisés, que o deslumbrou a tal ponto que exclamou emocionado:
— Parla!
Era tão viva a obra que faltava apenas falar, para se tornar um ser real… Músicos e artistas de vária procedência, cientistas e mártires, filósofos éticos e místicos conseguiram essa integração perfeita, vivenciando o estado de plenitude que os acompanhou até o momento da desencarnação.
Todos podem alcançar esse momento culminante da evolução psíquica mediante o esforço que realizem para interpretar os símbolos e as angústias que lhe precedem à ocorrência. Santa Tereza d’Ávila alcançou-o mediante os momentosos êxtases que a conduziram ao estado de plenitude, de iluminação interior, assim como São Francisco de Assis, ou Michelangelo ao terminar de esculpir a estátua de Moisés, que o deslumbrou a tal ponto que exclamou emocionado:
— Parla!
Era tão viva a obra que faltava apenas falar, para se tornar um ser real… Músicos e artistas de vária procedência, cientistas e mártires, filósofos éticos e místicos conseguiram essa integração perfeita, vivenciando o estado de plenitude que os acompanhou até o momento da desencarnação.
Normalmente, um psicoterapeuta
experiente pode conduzir os seus pacientes ao momento culminante da libertação
dos seus transtornos quando os leva à individuação, como estágio superior e
culminante da saúde integral.
Jung logrou vivenciá-la, conseguindo individuar-se por meio dos métodos psicoterapêuticos por ele próprio elaborados. O mestre suíço elucidou igualmente que é possível conseguir-se a individuação quando se logra a assimilação das quatro funções por ele descritas como sensação, pensamento, intuição e sentimento. Nos seus estudos alquímicos comparou a meta da individuação ao que sucede com a Opus ou Grande obra que os alquimistas tentaram vivenciar. E, portanto, um processo lento, contínuo e de elevação emocional.
Jung logrou vivenciá-la, conseguindo individuar-se por meio dos métodos psicoterapêuticos por ele próprio elaborados. O mestre suíço elucidou igualmente que é possível conseguir-se a individuação quando se logra a assimilação das quatro funções por ele descritas como sensação, pensamento, intuição e sentimento. Nos seus estudos alquímicos comparou a meta da individuação ao que sucede com a Opus ou Grande obra que os alquimistas tentaram vivenciar. E, portanto, um processo lento, contínuo e de elevação emocional.
Pode-se alcançá-lo também
mediante a oração, os fenômenos mediúnicos e paranormais, as regressões
psicológicas que conduzem à fase infantil ou mesmo uterina, assim como às
existências passadas, a meditação, de forma que todos os conteúdos
inconscientes geradores do medo e da ansiedade, das angústias e inquietações
possam ser diluídos por intermédio do enfrentamento consciente, nada deixando
de enigmático nos painéis do inconsciente que possa ressurgir de forma
assustadora…
Essa conquista formosa torna o ser diferenciado, libertando-o dos clichês e das imposições sociais que sempre o escravizam, exigindo-lhe condicionamento, quando aspira por liberdade. Com essa conquista, o ser humano torna-se consciente de si mesmo, das responsabilidades que lhe dizem respeito no concerto da sociedade, encorajando-o para os ideais relevantes, embora raciocinando que novas situações difíceis surgirão, mas que poderão ser vencidas naturalmente.
Essa conquista formosa torna o ser diferenciado, libertando-o dos clichês e das imposições sociais que sempre o escravizam, exigindo-lhe condicionamento, quando aspira por liberdade. Com essa conquista, o ser humano torna-se consciente de si mesmo, das responsabilidades que lhe dizem respeito no concerto da sociedade, encorajando-o para os ideais relevantes, embora raciocinando que novas situações difíceis surgirão, mas que poderão ser vencidas naturalmente.
A individuação pode ser também
denominada, no seu início, de alguma forma como a participation mystique, de
Lévy-Bruhl. Na etapa final, situando-se o Self como a Imago Dei, numa
conquista de unidade, que não isola o indivíduo, antes, pelo contrário,
favorece o seu intercâmbio com as demais pessoas que passa a ver de maneira
diferenciada de quando havia o predomínio do ego. E tão complexa que se pode
afirmar que tem início, mas nunca termina, porque se trata da busca da
perfeição, no relativo do mundo em
que se encontra o ser humano.
Pode-se, durante o processo de individuação, examinar o desenvolvimento da sociedade desde os seus primórdios e a maneira consciente como vem lidando com as suas projeções e superando-as, mediante as conquistas do conhecimento cultural nos seus vários aspectos, especialmente naqueles de natureza psicológica.
que se encontra o ser humano.
Pode-se, durante o processo de individuação, examinar o desenvolvimento da sociedade desde os seus primórdios e a maneira consciente como vem lidando com as suas projeções e superando-as, mediante as conquistas do conhecimento cultural nos seus vários aspectos, especialmente naqueles de natureza psicológica.
A perfeita identificação dos
conflitos vem facultando que sempre se aspire pela aquisição do bom e do belo,
como metas da saúde e do bem estar. Vencendo as diferentes etapas do
desenvolvimento emocional, logo surgem os primeiros alvores da individuação, em
decorrência da superação ou conscientização dos arquétipos que geram sofrimento.
As denominadas virtudes religiosas, que eram tidas como heranças místicas, no momento da individuação adquirem sentido de realização, quais o amor, que se transforma numa conquista relevante, indispensável para uma existência harmônica; a bondade, que multiplica os bens dos sentimentos elevados; a fé no futuro, como condição de estímulo — sentido e significado psicológico — para se prosseguir nas lutas naturais do processo evolutivo; a compaixão, em forma de solidariedade e de compreensão das aflições do próximo; a gratidão, como coroa de bênçãos por tudo quanto se conseguiu e pode realizar-se.
A gratidão, filha dileta do amor sábio, enriquece a vida de beleza e de alegria porque com a sua presença tudo passa a ter significação enobrecida, ampliando os horizontes vivenciais daquele que a cultiva como recurso de promoção da vida em todos os sentidos.
As denominadas virtudes religiosas, que eram tidas como heranças místicas, no momento da individuação adquirem sentido de realização, quais o amor, que se transforma numa conquista relevante, indispensável para uma existência harmônica; a bondade, que multiplica os bens dos sentimentos elevados; a fé no futuro, como condição de estímulo — sentido e significado psicológico — para se prosseguir nas lutas naturais do processo evolutivo; a compaixão, em forma de solidariedade e de compreensão das aflições do próximo; a gratidão, como coroa de bênçãos por tudo quanto se conseguiu e pode realizar-se.
A gratidão, filha dileta do amor sábio, enriquece a vida de beleza e de alegria porque com a sua presença tudo passa a ter significação enobrecida, ampliando os horizontes vivenciais daquele que a cultiva como recurso de promoção da vida em todos os sentidos.
Narra-se que certo dia, em
Boston, nos Estados Unidos da América do Norte, um rebanho de carneiros era
levado por uma das avenidas centrais da urbe. Um dos carneiros repentinamente
caiu sem forças…
Uma criança muito pobre e mal cuidada, observando a cena, deu-se conta que deveria ser por sede que o animalzinho perdera as resistências. Tomando do seu gorro, correu a uma bica próxima e colheu algum líquido, trazendo-o ao carneiro quase desfalecido e deu-lhe de
beber.
Uma criança muito pobre e mal cuidada, observando a cena, deu-se conta que deveria ser por sede que o animalzinho perdera as resistências. Tomando do seu gorro, correu a uma bica próxima e colheu algum líquido, trazendo-o ao carneiro quase desfalecido e deu-lhe de
beber.
Poucos minutos depois o animal
correu e juntou-se ao grupo que seguia em frente.
Uma das pessoas que nada havia feito, num tom irônico, disse ao
menino:
— Obrigado, titio!
E pôs-se a rir zombeteiramente. Um cavalheiro que havia observado a
cena disse ao irônico:
— O carneirinho pediu-me para que agradecesse por ele, escusando-se de fazê-lo. Como eu sou dono de uma casa editora, sou conhecido como Eduardo Baer, e sempre estou procurando crianças dotadas de sentimentos nobres para cuidá-las, acabo de encontrar mais uma.
A partir deste momento, você estará sob a minha responsabilidade. .. – disse à criança aturdida. Mais tarde, a sociedade acompanharia a trajetória do Dr. Carlos Mors, que se fez conhecido pela inalterável bondade com que tratava todas as criaturas.
Uma das pessoas que nada havia feito, num tom irônico, disse ao
menino:
— Obrigado, titio!
E pôs-se a rir zombeteiramente. Um cavalheiro que havia observado a
cena disse ao irônico:
— O carneirinho pediu-me para que agradecesse por ele, escusando-se de fazê-lo. Como eu sou dono de uma casa editora, sou conhecido como Eduardo Baer, e sempre estou procurando crianças dotadas de sentimentos nobres para cuidá-las, acabo de encontrar mais uma.
A partir deste momento, você estará sob a minha responsabilidade. .. – disse à criança aturdida. Mais tarde, a sociedade acompanharia a trajetória do Dr. Carlos Mors, que se fez conhecido pela inalterável bondade com que tratava todas as criaturas.
A gratidão do carneiro havia
alcançado a sua nobre finalidade, porque jamais esmaece ou perde o seu sentido.
Poder-se-ia incluir esse fato na extensa relação daqueles de natureza
mitológica, da mesma forma que Hércules combateu o mal, vencendo todos os
inimigos do bem pelo imenso prazer de ser grato à vida pelo seu poder. O
carneiro, que é símbolo da mansuetude, e o menino gentil, que pode ser
considerado como um arquétipo de misericórdia e compaixão, unindo-se no mesmo
sentimento de ajuda recíproca, produziram o missionário do amor e da bondade.
Isso porque a gratidão é um dos
mais grandiosos momentos do desenvolvimento ético-moral do ser humano e está
ínsita na individuação, quando tudo adquire beleza e significado.
A gratidão é, portanto, um momento de individuação, quando o serhumano recorda o passado com alegria, considerando os trechos do caminho mais difíceis que foram vencidos, alegrando-se com o presente e encarando o futuro sem nenhum receio, porque os arquétipos responsáveis pelas aflições foram diluídos na consciência, não restando vestígios da sua existência.
A gratidão é, portanto, um momento de individuação, quando o serhumano recorda o passado com alegria, considerando os trechos do caminho mais difíceis que foram vencidos, alegrando-se com o presente e encarando o futuro sem nenhum receio, porque os arquétipos responsáveis pelas aflições foram diluídos na consciência, não restando vestígios da sua existência.
O ego, que os mantinha em ação,
alargou a sua percepção psicológica da vida e tornou-se parte vibrante do Self,
que ama sem distinção nem interesse de retribuição e é grato a Deus por
existir, ao Cosmo por viver nele, à mãe-Terra por ser o seu habitat, a todas as
cores e vibrações da Natureza, que lhe facultam contemplação e emotividade
especial, aos sons maravilhosos que o fazem vibrar, ao oxigênio que o nutre e à
psique responsável pelo seu pensamento e pela faculdade de discernir que a
consciência alcançou.
Quando o ser humano se der
conta de que necessita abandonar as faixas menos harmônicas por onde transita,
aspirará pela conquista da individuação, exercitando-se na sublime arte do amor
a Deus, ao próximo e, certamente, a si mesmo, abandonando o egotismo e
vivenciando o altruísmo como forma segura de realização plena, no rumo da
gratidão…
A gratidão abrange, num afetuoso abraço, os sentimentos que dignificam os seres humanos e os tornam merecedores de felicidade, quando estarão instalando no íntimo o decantado Reino dos Céus, conforme proposto por Jesus, o maior psicoterapeuta da Humanidade.
A gratidão abrange, num afetuoso abraço, os sentimentos que dignificam os seres humanos e os tornam merecedores de felicidade, quando estarão instalando no íntimo o decantado Reino dos Céus, conforme proposto por Jesus, o maior psicoterapeuta da Humanidade.
Extraído da obra. Psicologia da
gratidão
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